Desmatamento Zero

Esta interface apresenta os dados do estudo Qual o Impacto do Desmatamento Zero no Brasil?, idealizado e coordenado pelo Instituto Escolhas, realizado a partir de parceria com pesquisadores do Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora) e da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Esalq-USP) e com apoio da Climate and Land Use Alliance (CLUA).

O estudo investigou os possíveis impactos socioeconômicos de acabar com o desmatamento no Brasil. A análise considerou três cenários para o fim do desmatamento até 2030 para os biomas Amazônia, Cerrado e Mata Atlântica e combinou uma modelagem biofísica de uso da terra e uma modelagem de equilíbrio geral da economia.

A seguir você poderá explorar os dados do estudo por meio de gráficos e mapas ou baixar as tabelas completas. Navegue pelos dados econômicos a partir das regiões e descubra as projeções sobre desmatamento por biomas. Aproveite!

Acesse aqui o sumário executivo do estudo.

Acesse aqui o estudo completo.

Dados Biofísicos

Dados sobre o uso do solo gerados pelo estudo para embasar a modelagem dos cenários de Desmatamento Zero. Em um primeiro momento, para representar as terras públicas e privadas do Brasil, os pesquisadores elaboraram uma malha fundiária do território nacional. Posteriormente, buscou-se analisar as lacunas do Código Florestal, identificando déficits de Áreas de Preservação Permanente (APP), Reserva Legal (RL) e áreas de vegetação nativa não protegidas pela Lei, que ainda podem ser desmatadas. A partir disso, calculou-se as estimativas das taxas de desmatamento com base no ano de 2016 e auferiu-se uma classificação de aptidão agrícola das terras – que vai de 0 (menor aptidão) a 1 (maior aptidão) de acordo com as características do solo, relevo e clima –, para subsidiar a criação de cenários de desmatamento.

Acesse os dados

Dados Macroeconômicos

Dados sobre o impacto do Desmatamento Zero na economia brasileira para cada cenário desenhado pelo estudo, a partir de um Modelo de Equilíbrio Geral Computável (EGC). Foram considerados 110 setores de atividades, 110 produtos, 10 tipos de famílias classificadas de acordo com sua faixa de renda, 10 tipos de trabalhos classificados de acordo com a faixa salarial, 27 regiões ligadas por matrizes de comércio e 2 setores de margem (comércio e transporte). A base de dados do modelo foi atualizada até o ano de 2015. O período das projeções se inicia em 2016 e vai até 2030, gerando a linha de base para a economia do Brasil por meio de um crescimento tendencial.

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