Rapsódia em agosto.

Sérgio Leitão. Revista de Estudos Avançados, 29 (84), 2015.
Uma análise da tragédia das explosões nucleares em Hiroshima e Nagasaki e suas repercussões na argumentação sobre o poderio atômico brasileiro.

Onde o vento faz a curva.

Sergio Leitão. Arqfuturo. 2015.
Um ensaio sobre a desigualdade de morar longe, um dos exemplos clássicos para refletir as diferenças no Brasil contemporâneo.

As eleições brasileiras podem ter pouco impacto na agenda ambiental do Congresso Nacional.

Fatima Melo, Ana Toni e Alice Amorim. Nivela, 27/09/2014.
Os partidos políticos brasileiros não desenvolverão sozinhos uma agenda ambiental. Mudar isso vai depender da capacidade de forças externas ao Congresso exercerem pressão.

De Varsóvia a Lima. Friedrich Ebert Stiftung Brasil.

Ana Toni e Fátima Melo. Junho de 2014.
Onde estamos, o que virá a seguir e o que pode colocar a América Latina na agenda climática mundial.

O plano de mobilidade urbana e o futuro das cidades.

Sergio Leitão e Barbaria Rubin. Revista de Estudos Avançados, 27 (99), 2013.
Um histórico sobre a evolução dos problemas da mobilidade, dos cavalos aos carros, e da priorização do transporte individual.

Energia, um debate vital para o país.

Sergio Leitão. Revista de Estudos Avançados, 17 (77), 2013.
Qual serão as fontes de energia que alimentarão a sociedade do conhecimento, superando o legado das mudanças climáticas deixado pelos combustíveis fósseis?

Tiro no pé.

Ricardo Arnt. Isto É. Edição 2263, 28/03/2013.
Os ambientalistas não gostam de escolhas conflitantes: criticam a falta de empenho na defesa do Protocolo de Kyoto, mas silenciam sobre o esvaziamento da matriz hidrelétrica renovável construída em 50 anos.